Vida que segue

Ela entrou dentro de min’alma e me desenhou. A “minha Clarice” – Francine Estevão:

Sobre o Nada

vidaquesegueSaiu cedo de casa. Teve insônia a noite toda e já não aguentava mais ficar na cama. Eram 6h45. Muito cedo se considerasse que não tinha absolutamente nada para fazer o dia todo. Normalmente, neste horário, ela já começava a se preparar para enfrentar o trânsito da cidade grande rumo ao escritório onde trabalhava. Mas dois dias antes, tiraram dela a rotina.

No primeiro dia depois de ser dispensada – sem nenhum motivo aparente –, ficou completamente perdida. Havia passado a noite bebendo com os amigos que a levaram para distrair e chorar as mágoas (leia-se xingar os ex-patrões e alguns dos ex-colegas de trabalho até não se lembrar de nenhum palavrão que ainda não tivesse usado). Acordou assustada, às 11h30 do dia seguinte, com o telefone tocando. Não conseguiu atender. A cabeça doía e o corpo não saia do lugar. Mas deu um pulo, involuntário, quando viu o horário…

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