Colação de grau!

Ah colação de grau da oitada turma de Jornalismo da UNICOC de Ribeirão Preto ^-^

Euforia, entusiasmo, animação, felicidade…tudo isso dominou minha noite de anteontem!

Foi tudo muito lindo! Cheguei lá já com frio na barriga e reencontrei meus queridos amigos que comigo dividiram quatro longos anos dessa etapa tão importante da minha história.

Cheguei lá por volta das seis e meia e os fotógrafos já nos esperavam. Chegou a Mari Lucera, a Cris, a Amanda e foi chegando o povo. De repente chega o DÊNIS!!!! E aí a Versutti cara! Tudo de bom rever pessoas que estavam looonge…

Meus tios e avós estavam presentes. A Juh, a Fran, a Nat e a Vivi foram também! Recebi muitas vibrações positivas e carinho de todos!

Agradeço de coração a presença de todos os amigos, aos meus pais por cada palavra e por terem deixado rolar, lágrimas com sabor de vitória.
Quando abracei o Dênis Renó senti a alegria do dever cumprido, um professor pai/amigo e um profissional brilhante.

Aiiii quanto riso e emoção numa só noite! Tremi ao ler meu discurso e segurei o nó na garganta pra não me debulhar em lágrimas.

E nosso juramento que lindo: Prometo, no exercício das funções de meu grau, assumir meu compromisso com a verdade e com a informação. Prometo empenhar todos os meus atos e palavras, meus esforços e meus conhecimentos para a construção de uma nação consciente de sua história e de sua capacidade. Prometo, no exercício do meu dever profissional, não omitir, não mentir, não distorcer informações, não manipular dados e, acima de tudo, não subordinar em favor de interesses pessoais o direito do cidadão à informação.”

Vi os olhos dos meus amigos brilharem, cada um com uma intensidade diferente, traduzindo a força de seus sonhos,vontade e a determinação.

Ahhh noite incrível! Um flashback passava na minha cabeça…quanta coisa vivida, quanto tempo, quanto tudo e agora acabou. Nossa! A ficha vai caindo hoje aos pouquinhos. Foi uma noite anestesiante. (Suspiros..)

É lindo, é maravilhoso e satisfatório demais se relacionar só com pessoas de qualidade e de bem. Obrigada à todos que participam da minha vida e que participaram de mais uma de minhas conquistas!

Agora o Baile/Jantar nos aguardaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!

Discurso da Oradora de jornalismo Maju Raz:

Ilustríssimo reitor da UNICOC; Ilustríssimo coordenador do curso de Jornalismo;

Ilustríssimas autoridades da mesa;

Ilustríssimos patrono, paraninfo e demais professores homenageados;

Amados Pais, familiares e amigos;

É com imensurável satisfação que lhes peço licença para me dirigir aos meus queridos amigos bacharéis em jornalismo. Meus caros, hoje os ilustres somos nós. Mais que isso. Somos estrelas que passaram a brilhar concomitantemente aos flashes das câmeras mais badaladas. Hoje nos comparamos às maiores celebridades que entrevistaremos durante nossas promissoras carreiras de repórteres. Gostaria de agradecer aos meus colegas a confiança depositada em mim, quando me escolheram pra representar a sala hoje e nos 4 anos de Faculdade. Agradeço também, em nome de todos, a Deus pela fé e por oportunidades de evolução.

Aos nossos pais pelo amor, por força, pelos exemplos de humildade e persistência e, sobretudo pela vida. Aos nossos parentes e amigos, por toda estrutura, carinho e dedicação.

Às Faculdades COC pelas oportunidades e bolsa de estudos.

Ao nosso coordenador Prof. Dr. Denis Renó pela dedicação e contribuição, pelos ensinamentos materiais e espirituais, documentários, filmes, conselhos e até broncas. Pelo exemplo de persistência e pelo apoio na adaptação de nossos limites.

Aos professores Bonato, Jeff, Marcos, Eblak, Tincani, Andrea e todos os outros que proporcionaram todo o conhecimento e aprendizado necessário para nossa formação acadêmica, profissional e pessoal.

À comissão de formatura, e ao Eventos pelo empenho e disponibilidade para que tudo estivesse perfeito hoje. Aos presentes, por nos prestigiarem neste dia tão importante.

A cada um de vocês, meus queridos amigos e companheiros de sala de aula, quero agradecer o carinho e a confiança depositados ao longo do tempo. Encontrei em cada um de vocês força, coragem, amizade, dedicação. Vocês são seres realmente especiais.

Eu queria falar pra cada um que está aqui e que está se formando comigo. Estamos aqui comemorando o fim de uma etapa muito importante da nossa vida. E o fim de uma etapa é o começo de uma outra fase. Teremos novos medos, novas dúvidas, novas responsabilidades. Vai ser tudo novo e pra seguirmos um novo caminho teremos que continuar dentro de um eixo que eu acredito que todos que estão aqui tem. É difícil falar agora porque…. o que é o jornalista senão alguém que ouve, vê, cheira e sente pra depois contar como é que foi? Então hoje eu vou tentar ser um pouco jornalista de mim mesma e resumir pra vocês o que eu vi, ouvi e vivi nesses quatro anos que passamos aqui na UNICOC.

E a minha história hoje vai começar com saudade. Saudade significa começar a estudar dois anos com uma turma e depois ter que se separar pra juntar com outra, fazer rodas nos primeiros dias de aula e conhecer todo mundo. Fazer uns rituais estranhos na aula de Antropologia com a “natureba” Gabriela, contar quantos “ãm” a professora Mori falava, de fazer questionários da Elaine, fazer vários seminários nos primeiros anos, levar bronca na aula de psicologia por filmar sem autorização, tirar fotos em plena 7 e vinte da manhã,  sair pra fotografar no curupira com Jeff, gravar todas as aulas do Eblak pra não perder nenhum detalhe, tentar entender economia, das discussões sobre ETS com Jean Jacques, de ler os livros da Iara e fazer uma aula só sobre os livros, de fazer um projeto de pesquisa em seis meses com a Versuti, discutir Laranja Mecânica, aprender a entrevistar com a Paula, política com Giba, criatividade com Tucci, filosofia com José Carlos… brigar e romper, chorar, pra nos fim sermos capazes de fazer as pazes e nos abraçar sempre que podíamos.

Saudade é um pouco particular né? Mas é conjunta também…Eu não vou dizer que teremos saudade da época da faculdade. Direi que teremos saudade de falar “cala a boca Gabriel”, de achar primeiridade, securindade e terceiridade  nas semióticas do Dênis, fazer resumos dos documentários, do filme Kika hein Dênis? Fazer programas de rádio e documentários com Marcos, entender porque tínhamos que ter aulas online de empreendedorismo, falar “caba a boca Gabriel” de novo, desenhar e diagramar pro Muniz, aprender a ter paciência com o InDesign, ter aulas engraçadas na T.V.,  preparar o jornal Urbano,passar por várias mudanças de professores, de deixar carteirinhas com o os colegas e fugir da aula, acordar o Gabriel na aula, dos nossos esquemas secretos, de ter aula com o terceiro ano, surtar nas aulas de projeto experimental com a Dani Tincani e com a Andrea, de ir ali no Mac Café no intervalo quando ele existia, de estender sempre uns minutinhos a mais do intervalo, de ter colapsos cardíacos com TCC e de repente assim mandar o Gabs ficar quieto mais uma vez…

Mas então agora vamo lá, vamo lavar roupa suja então, não é assim que vocês querem?… mas tem certeza que você não quer falar nada mesmo? Eu acho que até disso a gente vai sentir saudade.

E eu vou lembrar de cada um de um jeito diferente. Imaginar como vai ser a vida de vocês que passou pela minha vida e que faz parte de mim. Não vou poder esquecer nunca de cada um de vocês. Das perguntas da Marília nos últimos cinco minutos de aula, de fugir nas duas últimas aulas pra ir ao cinema com meus grandes amigos Lucera, Rosane, Álefe e Luísa Regina. Dos docinhos da Marcela polishop, do helicóptero da Amanda, das brigas que não vou citar nomes, do Quadrado achando que João e da Ana eram namorados, da Pônia, da TV Bobinho com a Ferps , Álefe, Bruna, Cris e Mari Pacheco, do casos de família com Ana e Tati, de viajar com a Day e com a Ingrid em plena 3 da madrugada, dos risos da Karina cômica, do Gabriel tagarelando…

É… eu pensei eu já falei de todo mundo, não todo mundo todo mundo, mas vale pra todo mundo e eu ainda não falei o que é o essencial a gente,que é a nossa profissão. Não falei sobre o espírito de ser jornalista, que independe a profissão que se segue. O que move um jornalista na sua carreira talvez seja um misto de curiosidade, ansiedade, ousadia e loucura. Um querer descobrir o mundo incessantemente. Vi nesses últimos dias de Faculdade que somos jornalistas porque apesar da timidez, extravações e características de cada um, somos todos caras de pau e no melhor sentido da palavra. Os jornalistas mostram os outros pra não se mostrarem, mas eles falham e não conseguem já que revelam seus próprios olhares a cada matéria que escrevem a cada entrevista que produzem. Somos seres humanos normais, não somos melhores porque somos jornalistas. Citando nosso Mestre Denis Renó “Apesar de aprendermos na faculdade que o jornalista deve garantir imparcialidade, também sabemos que sem a proximidade não conseguimos sentir o humanismo necessário e essencial que justifica o fazer da profissão. O Jornalismo é feito para o povo, e pelo povo, e não existe Jornalismo sem o humanismo.” Sonho, glamour ou talento. Independente da causa escolhemos ser jornalistas e servir um dos motivos básicos do cidadão. Garantir seu direito à informação.  Erramos, choramos, sorrimos, inventamos, mas o que vale disso tudo são nossos amigos e essa profissão que mal ou bem vai ser nosso ganha pão.

Daqui por diante só o sucesso. Temos a certeza que somos bons profissionais e seremos ainda melhores amanhã.Um compromisso se estabelece hoje! O de levar informação e assumir um importante papel social. Pois nós somos jornalistas.

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