De Rodrigo Constantino

Afff não sei o que é pior...

Que papo é esse? Esta mulher nunca “cuidou” da própria casa. Quer “cuidar” de um país?
Maravilhoso texto de
Rodrigo Constantino.

Que negócio é esse de “herança”, de “cuidar do povo”?
Que negócio é este de “mulher” que “vai cuidar”?
Dilma Rousseff (PT) não tem nenhum mérito para se arvorar
em ser a mãe dos brasileiros e babá do povo.

Como mulher e como mãe, com todo o respeito,
afinal de contas é ela quem está explorando esta condição
que não tem a mínima importância,
abrindo espaço para ser contestada quanto a este aspecto irrelevante,
a candidata é um fracasso absoluto.

Sempre viveu longe da única filha.

Seus dois casamentos foram um fracasso, tanto é que terminaram.
Nunca cuidou de uma casa, de um lar, de ” um cantinho um violão, este amor, uma canção”.

Onde uma foto de véu e grinalda?
Onde uma foto de batizado?
Onde uma foto de namoro?
Onde uma foto de festinha de criança?
Onde um único gesto de “maternidade” ou de “matrimônio”?

Sua capacidade de relacionamento é tida e havida como um problema,
pois a sua fama é de ser intratável,
intragável, estúpida, mal educada com os subordinados.

Onde o marido? Onde o amante? Onde o macho?

Esta Dilma que quer realçar seu “lado mulher”,
que não é relevante para o exercício do cargo,
é apenas um truque marqueteiro, simplesmente não existe.

Sua mudança de visual,
na tentativa de feminilizar a sua figura tosca e bruta,
é uma mistura de botox com chapinha,
é resultado de manipulação exercida por uma equipe de transformação
paga a peso de ouro, que trabalha em cima de um layout
de avatar de presidente, superficial e forçado.

Como mulher, como “mãe que cuida”,
com todo o respeito, Dilma é um embuste,
um truque, uma pegadinha.
Ela não tem as credenciais mínimas como mãe,
como esposa,
como companheira fora do partido e da guerrilha,
como mulher.

Que se “venda” como gestora,
administradora, executiva, burocrata, o que quer que seja.
Como a
“mão que cuida”
está mais para a
“mão que balança o berço”.

Muito mais do que a vida terrorista,
a vida assaltante de bancos, a vida falsificada da Unicamp,
está este buraco negro de personalidade,
percebido sutil e profundamente pelas mulheres brasileiras
que a rejeitam como candidata pois,
no campo do universo feminino,
não são admitidas mentiras e falsificações.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s