Toy Story 3

Minha prima me deu um ingresso prime pro Cinemark e ele estava pra vencer. Meu irmão ficou me torrando que queria porque queria ver Toy Story 3. Eu tinha acabado de ir ver Eclipse e pensei: Nossa esse cinema vai tá lotado. No outro dia voltei lá com meu irmão e Toy Story 3 estava esgotado! Tanto dublado quanto legendado, quanto 3D. Aí compramos ingressos pro outro dia e minha mãe acabou indo…

Eu meio que não queria ir ver essa animação porque estava com medo. Eu tenho um pouco de medo de tudo que é 3 em filmes…pensei que ia ser sem graça e que iam enrolar pois não teriam história.

Engano meu. E engano feioooo! Muuuito feio!

A animação começa mostrando gravações da infância de Andy. O garoto vai crescendo e o tão temido dia dos brinquedos serem jogados fora chega. Andy que agora está com 17 anos vai pra Faculdade mas decide não jogar os brinquedos fora, e sim separá-los numa sacola preta (daquelas de lixo) e guardar no sótão.

Sem querer Andy deixa a sacola jogada no chão e por um engano de sua mãe, a maioria dos brinquedos vai parar na creche Sunnyside. A creche parece ser um lugar de aparência agradável e acolhedora, os brinquedos que já estão lá parecem amigáveis. Os brinquedos de Andy adoram a id[eia de serem tratados com carinho e poderem ser “brincáveis” de novo, mas Woody decide voltar pra Andy e acaba nas mãos de uma garotinha chamada Bonnie. Woody descobre com os brinquedos de Bonnie que a creche não é um lugar seguro e volta pra lá pra ajudar seus amigos a voltarem pra Andy.

Voltando na creche Woody descobre o super vilão ursinho de pelúcia Lotso e seu capanga Bebezão. O mais engraçado daí vai ser no casal Barbie e Ken roubando a cena cheios de partes engraçadas.

Não vi o desenho em 3D mas nem precisou. Ele é todo colorido e as animações estão bastante fluidas e a trilha sonora é gostosinha.

As crianças vão amar e se divertir, claro.  A animação traz uma coisa bem legal: ela mostra temas importantes pra criança como lealdade  quando o Buzz fala que não podem se separar e companheirismo quando os brinquedos estão em perigo e acham que vão morrer. Mostra também o medo que temos da rejeição e do esquecimento. Pensamos que a rejeição não vem porque não existe mais amor e tudo chegou ao fim. Mas Andy mostra que no fim o que vale é que os momentos ficarão presos com a gente, em nossas memórias, em nosso coração e  que sempre vamos fazer parte da existência uns dos outro; isso é muito bonito.

Os adultos vão tirar alguma coisa do desenho também, coisa que uma criança não vai ter maturidade para entender: As fases da vida, as perdas e as novas janelas que se abrem conforme vamos ficando velho… Tsc

Minha identificação com a situação pela qual Andy passou no fim do filme me fez debulhar em lágrimas. Por um momento, voltei a ser criança… Lembrei do meu irmão brincando com o Wood dele, vendo Toy Story quinhentas vezes e me chamando pra ver junto. Falando “Ju sabia que meus brinquedos também falam?”…lembrando que a noite eu mudava todos os brinquedos dele de posição pra que ele achasse que os brinquedos tinham vida…flashbacks, bons tempos

E no fim da animação a mensagem que a gente tem é que o fim não é basicamente um fim. Ele pode ser o começo de algo novo, de uma história nova com novos sentimentos. Com alegria e dor no coração fui me despedindo de toda turma de Toy Story…

PS: Pruima obrigada pelo ingresso! Valeu pra caramba! ^-^

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